
Faixas do álbum (10)
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Contexto histórico
O segundo e último álbum do Dust foi gravado no Bell Sound, em Nova York, com a mesma dupla de produtores da estreia, Kenny Kerner e Kenny Aaronson, e engenharia de Harry Yarmark. O trio — Richie Wise na guitarra e voz, Kenny Aaronson no baixo e Marc Bell na bateria — saiu de novo pela Kama Sutra Records, em 1972.
A capa usa "Snow Giants", uma pintura de Frank Frazetta que já havia sido publicada antes, com direção de arte de Glen Christensen. É uma das capas mais lembradas do rock pesado do período.
Destaques musicais
- Pull Away / So Many Times — Abertura em duas partes que mostra o lado mais pesado do trio.
- Learning to Die — A faixa mais longa do disco, com pouco mais de seis minutos.
- Suicide — Um dos momentos mais sombrios do álbum.
Evolução sonora
"Hard Attack" amplia a paleta da estreia. Ao lado das faixas de hard rock direto, como "Pull Away / So Many Times" e "Learning to Die", aparecem arranjos mais elaborados: Fred Singer, do grupo Thog, toca piano e órgão, e Larry Wilcox arranja e rege cordas. O disco ainda alterna peso e passagens acústicas, com Aaronson de novo nas guitarras de aço e slide.
Por que este álbum importa
Pouco depois de "Hard Attack", o Dust se desfez, e seus integrantes seguiram para carreiras de destaque: Richie Wise e Kenny Kerner produziram os dois primeiros discos do Kiss, Marc Bell se tornou Marky Ramone e Kenny Aaronson passou por Stories, Joan Jett, Bob Dylan e Billy Idol.
O álbum foi relançado junto com a estreia no CD "Hard Attack / Dust", da Legacy Recordings, em 2013, e é hoje um dos discos mais procurados do proto-metal americano, tanto pelo som quanto pela capa de Frazetta.