Obscure RockMedia Center · 60s & 70s
Capa do álbum Stand Up do grupo Jethro Tull, lançado em 1969

Stand UpJethro Tull · 1969

Segundo álbum de estúdio do Jethro Tull e um salto estilístico decisivo na trajetória do grupo. Marcando a estreia do lendário guitarrista Martin Barre, o disco substitui as limitações do blues tradicional por uma rica fusão de folk britânico, rock progressivo, elementos barrocos e hard rock.

Ano
1969
Gravadora
Island Records
Faixas
10 faixas
Duração
37:53

Faixas do álbum (10)

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Side A

Side B

Contexto histórico

Gravado entre abril e maio de 1969 no Morgan Studios em Londres com produção de Ian Anderson e Terry Ellis e engenharia de Andy Johns. O trabalho representou o momento em que Ian Anderson assumiu a liderança musical e lírica absoluta da banda após a saída de Mick Abrahams e a entrada de Martin Barre. Foi o primeiro grande triunfo comercial do Jethro Tull, alcançando o 1º lugar na UK Albums Chart no Reino Unido.

Destaques musicais

  • A New Day Yesterday
  • Bourée
  • Nothing Is Easy
  • We Used to Know

Evolução sonora

Em contraste com o blues do disco de estreia This Was, Stand Up abriu um leque instrumental inédito: bandolim, balalaica, órgão Hammond, arranjos de cordas conduzidos por David Palmer em "Reasons for Waiting", além da célebre releitura jazzística da suíte de Johann Sebastian Bach em "Bourée". A guitarra pesada e precisa de Martin Barre consolidou o contraste dinâmico entre o acústico pastoral e o peso elétrico.

Por que este álbum importa

É amplamente considerado o disco que definiu a essência e a sonoridade clássica do Jethro Tull. A progressão harmônica de "We Used to Know" tornou-se famosa na história do rock por ter inspirado a estrutura de "Hotel California" dos Eagles (que excursionaram com o Tull no início dos anos 1970). O álbum pavimentou com elegância o caminho que levaria a obras-primas conceituais como Aqualung e Thick as a Brick.