Obscure RockMedia Center · 60s & 70s
Capa do álbum Thick as a Brick do grupo Jethro Tull, lançado em 1972

Thick as a BrickJethro Tull · 1972

Quinto álbum de estúdio do Jethro Tull e um dos maiores monumentos conceituais da história do rock progressivo. Concebido satiricamente por Ian Anderson como "a mãe de todos os álbuns conceituais", a obra consiste em uma única e contínua suíte musical dividida entre os dois lados do vinil.

Ano
1972
Gravadora
Chrysalis
Faixas
2 faixas
Duração
43:50

Faixas do álbum (2)

Toque numa faixa para ouvir no player.

Side A

Side B

Contexto histórico

Gravado no final de 1971 no Morgan Studios em Londres com produção de Ian Anderson e Terry Ellis. Após a crítica musical insistir em rotular erroneamente Aqualung como um "álbum conceitual", Ian Anderson decidiu responder com uma paródia monumental e deliberada da pretensão intelectual do rock progressivo, atribuindo falsamente a autoria das letras a um fictício garoto prodígio de oito anos chamado Gerald Bostock ("Little Milton"). O disco alcançou o primeiro lugar na Billboard 200 dos Estados Unidos.

Destaques musicais

  • Thick as a Brick (Part I)
  • Thick as a Brick (Part II)

Evolução sonora

Marcou a estreia oficial do virtuoso baterista Barriemore Barlow, completando a formação clássica dos anos 1970 com Anderson, Martin Barre, John Evan e Jeffrey Hammond. Musicalmente, a obra atinge um nível sem precedentes de sofisticação polimétrica, transitando com fluidez impressionante entre passagens pastorais de violão e flauta, seções orquestrais de cordas e metais arranjadas por David Palmer e explosões sincopadas de hard rock e jazz fusion.

Por que este álbum importa

É uma das obras definidoras da era de ouro do rock progressivo da década de 1970. Apesar de seu tom satírico e mordaz sobre a moralidade vitoriana, a educação britânica e o amadurecimento humano, a grandiosidade técnica, melódica e estrutural da composição elevou-a ao posto de obra-prima venerada universalmente por fãs e críticos ao longo das décadas.